Claudia Lima A de Lima F G C, Advogado

Claudia Lima A de Lima F G C

Mogi das Cruzes (SP)

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Claudia Lima A de Lima F G C, Advogado
Claudia Lima A de Lima F G C
Comentário · há 10 anos
Se bem me lembro, para socorrer incapaz, membro família que não tem como prover sua própria manutenção já existe o "LOAS" ou benefício assistencial, previsto na Lei 8.742/93, cujo valor é de 01 (um) salário mínimo.
Creio que o correto seria encaminhar quem cuida do incapaz para receber este benefício. Mas, acredito que ele já deva receber, pois trata-se de benefício muito divulgado atualmente.
Assim, para completar o orçamento, não se deve forçar o pai a cumprir com suas obrigações, como coloca-lo na cadeia, obrigar a trabalhar, ou que a mãe execute algum trabalho mesmo que seja em casa como passar roupas, fazer artesanatos para vender, nada disso. Devemos esfolar quem já é responsável por tudo que faz, que estudou, trabalha, só tem os filhos que pode sustentar, ou não tem nenhum por saber que sua renda não é suficiente ou simplesmente por escolha.
É sempre assim, toda vez que alguém não faz sua parte, aqueles que fazem são chamados para fazer as vezes do irresponsável.
Vejam o nosso País, os governos, todos eles gastam mais do que devem e podem, e não querem fazer sacrifício algum para equilibrar as contas, e qual o plano salvador da Pátria? Criar mais impostos, tirar direitos de quem trabalha, ou melhor "flexibilizar", postergar o direito a aposentar-se de quem já trabalha mais de 30 anos, e assim salvamos o Brasil.
Diminuir salários de políticos? diminuir regalias? diminuir o número de políticos? coloca-los no mesmo plano de previdência dos demais cidadãos (INSS)? exigir que trabalhem 44 horas semanais? que paguem com seus salários por tudo que usam? A não, isso não, o vô, a vó, o tio, a tia, o primo, a cunhada, seja lá quem for que pague o pato, desde que já esteja pagando o seu próprio, haverá de pagar o restante.............
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Claudia Lima A de Lima F G C, Advogado
Claudia Lima A de Lima F G C
Comentário · há 10 anos
Acho justo que quem recebe o beneficio indevidamente tenha o mesmo cancelado, porém somente após comprovar que de fato a pessoa está apta ao trabalho.
Ocorre que habitualmente os Doutores peritos do INSS sequer examinam o segurado, não dão a menor atenção ao que lhes falam sobre sua enfermidade, muitos nem olham para quem está sendo periciado, é tudo muito rápido e superficial.
A grande maioria tem o pedido de benefício negado, e quando questionados sobre a pericia mal feita, alegam que são muitos atendimentos e não há tempo de dar atenção ao segurado.
Assim muito se estranha que tenham agora tempo para ficar navegando no facebook, garimpando informações.
Seria muito mais digno e correto que a tal bonificação fosse dada aos doutores peritos para atenderem aos segurados com respeito, dignidade e competência, o que acarretaria a concessão de benefício apenas para quem de fato necessita e daria ao cidadão a certeza de estar sendo tratado com respeito, como lhe é de direito.
Dar bonificação para o número de altas médicas concedidas, me parece uma forma de incentivo às altas indiscriminadas, de forma que se em um caso ou outro será possível "pegar" o segurado que está recebendo sem necessitar do benefício, por outro o doutor perito para engordar seu rendimento, poderá dar alta médica a muitos que necessitam, que não estão em condições de trabalhar..
De toda forma o INSS estará gastando com algo que não deveria, pois os peritos independente de bonificação ganham salário para prestar serviço eficiente.
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